Para o presidente Biden, Rússia está “enfraquecida” pelas suas ações militares na Ucrânia, bem como; castigada pelas sanções impostas pelos Estados Unidos e países que apoiam o governo norte-americano, trazendo como consequência a desmoralização do presidente Putin e sua perda de poder político e sensível redução da sua influência militar global.  

Sendo assim, e neste momento, abril de 2022, a Casa Branca já se prepara para enfrentar a China que tem como objetivo superar a força naval americana já em 2025, alcançando a supremacia global em 2030, ano em que seus exércitos dominarão o mundo, suplantando a influência política, econômica e militar os Estados Unidos.

Frente a esta realidade, o presidente americano solicitou ao Congresso UU$ 773 Bilhões para rearmar o país, dando ao Pentágono a missão de manter as tropas em prontidão dentro do território norte-americano e nas bases espalhadas pela Ásia e Europa.

Neste cenário, a Casa Branca entende que os conflitos que se avizinham acontecerão com armas lançadas a grande distância e não através de enfrentamentos diretos entre soldados americanos e chineses.

Em vista disso, o presidente Biden ordenou a produção acelerada de novos armamentos e o aprimoramento das armas hipersônicas e da microeletrônica que inibe os controles as armas teleguiadas inimigas.

Já em 2023 serão retirados do serviço ativo mais de 150 aviões da força aérea e mais de uma dúzia de navios serão descomissionados, podendo ser afundados, vendidos ou doados a países amigos.

Sua força militar estará baseada em instalações de misseis de longo curso; na ampliação da produção de aviões não tripulados assim como de drones suicidas de vigilância, espionagem e ataque; também de longo alcance. Estes drones ao chegar a seu ponto de ação descem em grande velocidade até o alvo destruindo-se junto com sua carga explosiva.

A quantidade de helicópteros de resgate e de aviões de ataque será reduzida e instalações de misseis furtivos de longe alcance e alto poder de fogo e destruição serão ampliadas. As instalações de defesa em Guam (ilha americana não pacifico) serão ampliadas já em 2022.

As forças:

  • China conta com 355 navios de combate em alerta total.  
  • USA conta com 298 embarcações.   
  • China conta com uma força espacial de capacidades pouco conhecidas.
  • A força espacial americana está sobre o controle da força aérea e da Nasa.
  • A força aérea chinesa voa com aviões de quinta geração sendo que os de sexta geração já estão voando sem ainda serem comissionados, o seja; ainda não foram integrados a frota da força aérea.   
  • A força aérea americana voa com aviões de quinta geração, sendo que os de sexta geração ainda estão em desenvolvimento.

Nestes últimos cinco anos o exército dos Estados Unidos não está conseguindo preencher as vagas disponíveis, apesar das campanhas de recrutamento realizadas em praças, shopping, escolas e universidades; condição que só tem atraído alguns imigrantes hispânicos pouco comprometidos com os ideais da América. Em vista desta situação, a seleção dos voluntários não tem sido possível, obrigando os militares de integrar ao exército quem se apresente.

Analisando o conflito Rússia – Ucrânia notamos que Moscou não tem utilizado blindados de transporte de pessoal nem os tanques de última geração com capacidades absurdas de destruição conhecidas em manobras de demonstração feitas dentro da Rússia.  O Kremlin também não envolveu suas forças militares mais preparadas no conflito; situação que nos leva a entender que a Rússia não está enfraquecida, e talvez esteja a espera para uma situação mais crítica. O conflito Estados Unidos – China no qual será inevitavelmente envolvida.  

Analisando o conflito Rússia – Ucrânia notamos que Moscou não tem utilizado blindados de transporte de pessoal nem os tanques de última geração com capacidades absurdas de destruição conhecidas em manobras de demonstração feitas dentro da Rússia.  O Kremlin também não envolveu suas forças militares mais preparadas no conflito; situação que nos leva a entender que a Rússia não está enfraquecida, e talvez esteja a espera para uma situação mais crítica. O conflito Estados Unidos – China no qual será inevitavelmente envolvida.  

FROTA DE NAVIOS CHINESES EM DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA

Rodrigo Hernan Gonzalez Ruiz.

Doutor pela Universidade de São Paulo, USP.

Pós-graduado em Política Internacional pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Fesp.

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